Sua prisão foi determinada pela Justiça Federal de Brasília, numa ação em que há outros mandados de prisão sendo executados pela PF.
A prisão ocorre menos de 24 horas depois de uma confusa e surpreendente operação de venda do Master ao desconhecido grupo Fictor. Foi unânime o descrédito que a Faria Lima olhou o negócio — inclusive pelos traços em comum que une ambos. Uma das possibilidades em jogo mais repetidas ontem, depois que o negócio foi anunciado, era a de que Daniel Vorcaro queria ganhar tempo. Como assim? Vorcaro teria entregue nas mãos do BC a avaliação da venda de um banco — e de um banco cheio de problemas. Ou seja, algo que demandaria tempo. Enquanto isso, o tempo passaria: Vorcaro já repetiu a mais de um interlocutor que a situação do Master no BC melhoraria muito a partir de 31 de dezembro, porque acabaria o mandato do diretor Renato Gomes, que ele considera a voz mais inflamada contra o seu banco na instituição. Só que não deu tempo. A PF chegou antes.




